E se fossem 34 mulheres?
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... Depois da convivencia forçada no fundo daquela mina, sob o ponto de vista dum jornalista dado a sua confreira FLÁVIA DE GUSMÃO/JC. Revista de 17.10.2010, subiriam se mulheres fossem, uma quantida similar de: periguetes, falsas, cafonas, fofoqueias e raparigas insuportáveis, visto que convivência forçada entre mulheres não seria tão harmônica quanto demostrou ser a dos 33 mineiros.
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Você acha que tamanho machismo/preconceito é de todo destituido de verdade? O que é a verdade?
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Você pensou na surra que o tal jornalista levaria do fantasma, qndo após o resgate, mil vezes mais rápido, claro, graças ao Espirito que anda, Diana Palmer, contasse ao mesmo o que tornou publico o imprudente e insensato jornalista?
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Embora naqueles dias, piadas sobre Getúlio fossem tolerads em filmes e jornais, a comissão de Direitos Humanos ainda não existia.
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E mais para errado do que certo, para os padrões da nossa atual Pornôdemocracia – o Direito se firmava em alguns Pilares Básicos, que atualmente arrepiariam até os pentelhos dos Defensores dos Direitos Humanos e mesmo de não poucos criticos da esculhambação vigente e quase oficializada atualmente.
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Exemplos: - Direito tem, quem Direito anda;
- Escreveu não leu, o pau comeu;
- Remédio prá doido, é outro na porta;
- A Palmatória faz Santa até as féras;
- A Rádio que tarado e cabra safado não gostam de ouvir e que o Povo adora é a Rádio Patrulha;
O Sargento MARCHA LENTA da RP, encontrava bem de pressa, os que é claro, já é uma outra estória.
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Meu nome é Armand. Armand´Durval
DIR REL PUB/INRJ
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