terça-feira, 19 de outubro de 2010

O dia em que a terra parou I

O dia em que a terra parou ( I )


O ovo da serpente/próximo da eclosão

Claro que este dia nunca existiu. Exclusivo talvez num sonho vívido/vivido pelo grande “maluco beleza” o eterno aprendiz  de ser louco – lembra ainda da letra da canção? Por seu turno, aquele grande cantor lusitano porfiava em se considerar ao menos cantando fado – “Doido sim, mas não louco”.
Todo este intróito foi feito assim ao modo como fez o grande Roberto Carlos ao endoidar simbolicamente de paixão e pensar em ficar nú pra chamar a atenção da sua amada amante.
Ergo, pressentindo aceleração no rítimo de andar da Procissão do Terror, e por ser o andar do terror o mais triste andar, o escrevinhador de modo, próprio busca chamar a atenção dos responsáveis pelo Serviço de Inteligencia/Segurança Publica, mormente nas Republicas de Operetas/Óperas Bfas do 3º Mundo e da nossa discutivel civilização, para que botem com urgencia – urgentissima suas barbas de molho.
E que parem prá pensar. E que pensem muito bem, pois como lá diz o “Rei” – “Olhe que este dia já vem !” – Mas isto é claro, já é uma outra estória.
Meu nome é Armand. Armand’Durval

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